Todos os poemas são da minha autoria a sua utilização só poderá ser feita com a minha autorização.

sábado, 26 de novembro de 2016

«Um momento»

Estive a pensar,
E vou oferecer,
Sem hesitar,
Mas tens de o merecer,
Aceita um  momento,
Que agora te dou,
Com um sentimento,
Que nunca mudou,
Sente é só teu,
Eu guardei só para ti,
Ele era meu,
Com tudo o que senti,
Cuida bem dele,
Como só tu sabes,
Acalma ou impele,
Escolhe o que fazes.






sexta-feira, 25 de novembro de 2016

«A neve»

Quero ser leve,
Ou imaculado,
Como a neve,
Sob um céu estrelado,
Derreter devagar,
Com o teu calor,
Por ti escorregar,
Sentir esse ardor,
Acalmar o frio,
Com um simples carinho,
Largar o acessório,
Não estar mais sozinho,
Voltar a nevar,
No teu pensamento,
E nele ficar,
A todo o momento.





quinta-feira, 24 de novembro de 2016

«Um motivo»

Confia na sorte,
Que eu já estou cá,
No sul ou no norte,
Se queres eu estou lá,
Nessas coordenadas,
Do teu suspirar,
Nas horas marcadas,
Ou no recordar,
Sem ter um motivo,
Ou obrigação,
Sem modo altivo,
Mas com solução,
Que já se faz cedo,
E o tempo é preciso,
Tu já não tens medo,
E vens de improviso.




quarta-feira, 23 de novembro de 2016

«Mais proveito»

Renasci na esperança,
Que eu inventei,
Arranjei confiança,
E assim avancei,
Sem um destino traçado,
Ou objectivos concretos,
Que para ser alcançado,
Seria assente em sucessos,
Mas o simples por vezes é mais,
Faz melhor, tem mais proveito,
Porque querer nunca é demais,
Quando o caminho está direito,
Cá estou, a caminhar,
Que não me falte o alento,
Que o resto vai ficar,
Ou passar como um momento.





terça-feira, 22 de novembro de 2016

«Simples gesto»

Simples e concreto,
Altivo, merecido,
Meigo ou completo,
Curto, talvez comprido,
Assim é o teu simples gesto,
Numa atitude discreta,
Deixa de importar o resto,
Só a ti, mais completa,
Por mais vezes que o faças,
Ou apliques a melodia,
Quase nunca disfarças,
Mas afastas a monotonia,
Podes fazer quando queres,
Na hora que te apetecer,
Que eu estou lá, se estiveres,
Quando ele acontecer.





segunda-feira, 21 de novembro de 2016

«De improviso»

Servi sem pedir,
Nada de valor,
Procurei sorrir,
Sem grande temor,
Assim desta forma,
Sem protagonismo,
Mas sempre com norma,
E sem egoísmo,
Que o momento é breve,
O suspiro constante,
E ninguém se atreve,
A ser mais sonante,
Do que estas palavras,
Escritas de improviso,
Que ficam guardadas,
Nesse teu sorriso.












domingo, 20 de novembro de 2016

«Aspeto imaculado»

Renova a minha existência,
Como a chuva na natureza,
Aumenta-me a sapiência,
O meu nível de pureza,
Separa-me os sentidos em gotas,
Escolhendo cada um,
Elabora as tuas escolhas,
Sem preferência por algum,
Baralha as emoções,
E distribui o resultado,
Num conjunto de razões,
De aspeto imaculado,
Assim ficas a saber,
Aquilo de que sou feito,
Ficas a conhecer,
A merecer o meu respeito.










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